Branquear com a CocoWhite


Pronto, ninguém quer aquele sorriso creepy do Portas, mas já há algum tempo que tenho vindo a pensar em fazer um branqueamento. Aqui na Alemanha não pode ser. Não tenho nenhum dentista em quem confie em pleno e tendo em conta o meu nível de alemão, peço-lhe um branqueamento e o homem pensa que quero um dente de ouro. Hipótese riscada da lista. De resto, não bebo café, não fumo, nem bebo álcool (Sílvia, a xoninhas) e nunca fiz nenhum branqueamento daqueles mesmo a sério (ou melhor, tentei fazer um em casa indicado pelo dentista, mas era toda uma panóplia de indicações que me desmotivaram logo à terceira vez, já para não falar daquele aparelho enorme com que tinha que dormir durante a noite e que mal me deixava respirar), mas, tenho, entretanto, visto várias opções, diga-se, bem mais práticas até que ontem encomendei o pack catorze saquetas com sortido de sabores (limão, baunilha e menta) da CocoWhite, uma marca do Reino Unido que tem dado que falar.

Depois de muito ler, de ver os resultados, de ver o preço (cerca de 27€ + portes ou 25€ + portes se se fidelizarem), eis que a compra se concretizou e, hopefully, estará aqui para a semana para que possa, finalmente, começar o tratamento. Resolvi mandar vir o sortido de sabores, mas podem preferir uma caixa só com um deles. O resultado é o mesmo. Mas menos divertido! ;)

Mas indo ao que interessa. Como é que isto vai ajudar? Digamos que é como que a introdução de um detox na vossa higiene oral. Após escovarem os dentes, deitam o conteúdo de uma saqueta para a vossa boca e bochecham ao longo de 5 a 15 minutos. O produto vai desfazer todas as bactérias que que nem nos lembramos que existem. São elas que provocam algumas doenças, são elas que nos deixam os dentes amarelos, são elas que podem provocar cáries ou gengivites. Claro que isto são casos mais sérios, mas ninguém está imune. Assim, e com o uso da CocoWhite, não só limpam a vossa cavidade bocal, como também ficam com um sorriso bem branquinho para as fotografias de Verão ficarem ainda mais bonitas. Say cheese! E não, a marca não me pagou nem um cêntimo, nem sabe da minha humilde existência, nem vos estou a impingir nada. É um conceito prático e, sinceramente, quantos de nós podem pagar um branqueamento feito no dentista? A menos que se crie a Fundação Tom Cruise & Portas, é difícil. Assim, achei que devia partilhar convosco esta minha espécie de achado.

O produto foi desenvolvido tendo como base uma tradição indiana ancestral que recorre ao óleo de côco para limpar. Apesar do óleo de côco poder ser um bocado amargo, esta fórmula foi melhorada para ser mais agradável e para podermos levar a cabo esta rotina sem o nariz torcido ou lágrimas de horror nos olhos. Para além disso, é 100% natural o que constitui uma alternativa aos produtos branqueadores impregnados de químicos que acabam por ter efeitos nocivos e ser, até, desaconselhados pelos dentistas, sobretudo se for em exagero, claro (sem generalizar! Não me atirem pedras!). Cada saqueta traz a dose recomendada, por isso nada de tiques nervosos e ansiedade para o resultado chegar mais rápido. Uma por dia! Cada vez que o fizerem, a tal placa nociva, também conhecida por essa nobre vagabunda, é dissolvida mais um bocadinho. Ah! Outra coisa importante: quem tem coroas ou facetas de porcelana também pode recorrer ao CocoWhite, assim como mulheres grávidas ou a amamentar. Se a textura vos parecer, à primeira, muito espessa, aqueçam-na um bocadinho com as vossas mãos.

Parece-me que, assim, já ficam a conhecer um bocadinho melhor o produto. Todavia, podem, no site (link), ver imagens, ler os textos e colocar as vossas próprias questões. Quanto a mim, vou de certeza fazer um review quando acabar o tratamento. 

O que vos parece? Já usaram? Ficaram tentadas? Contem-me tudo. 

Verão azul

Vestido Pixie Market Link
Cinto com tassels Free People Link
Sapatilhas All Star Monocrome Link
Óculos-de-sol Dior Link
Chapéu de palha Asos Link 

*Image from the blog LUST FOR LIFE
She's wearing a FAITHFULLTHEBRAND blouse

Acho que já quase lhes posso tocar, às férias de Verão. Aos dias com os que mais amo, às belas praias aos pés do Alentejo. Acho que quase já lhes posso tocar, às férias de Verão. Em que a areia se reserva à nossa toalha até não haver luz ao fundo do horizonte. Quase, quase que lhes posso tocar. Aljezur está à nossa espera por uma semana e já só lhe consigo imaginar os dias felizes. Experimentar as aulas de surf, andar de bicicleta - mas das que têm cesto, está claro - com a minha mãe - que jura ter sido a melhor ciclista lá do burgo -, jogar à bola e perder sempre, jogar à Sueca e perder mais uma vez, passar de barco pelo tão nosso Atlântico que é grande mas quando chega à nossa costa é só nosso e transforma-se noutro qualquer oceano, noutra qualquer água. A nossa. Levar os livros que entretanto se acumulam e tardam em ser lidos - que vergonha a minha, até a mesinha-de-cabeceira me franze o sobrolho, juro que sim -, levar a merenda ao bom estilo dos Cinco - quem acompanhou as aventuras deles? - e por lá ficar com medo de olhar para o relógio porque quando olho, o tempo lá marcado prega-me uma partida, é trapaceiro, invejoso e passa mais rápido. Então não olho, vou-me chatear com ele até que nos tenhamos que reencontrar. Porque, eventualmente, isso acontecerá.

Foi neste espírito que construí este moodboard inspirado na imagem que encontrei num dos meus Tumblrs de eleição - o Fashiion Gone Rouge - em que (re)construo o look da fotografia que é tão perfeito na sua simplicidade. Assim o é, também, sabem quem? O Verão. Sim, ele é uma pessoa ou não lhe vêem a vaidade quando exibe o sol? Seus distraídos. 

Le Cord - Makers of Fine Leather Cables


A minha história com os cabos da Apple é mais ou menos assim: ah que lindo, nem vou tirar do plástico. Ah, afinal sempre vou porque ele já está a sair. Ah muito cuidado a ligá-lo porque ele é todo sensível. Oh eu tive cuidado e ele está a ficar dobrado. Ah vou meter fita-cola. Ah olha ele a arder e a carpete lá de casa também. Oh olha o meu pai a virar-me uns olhos demoníacos por lhe estar prestes a queimar a casa. Bem, eu e a Apple é uma odisseia e estas estórias são baseadas em casos reais e, tenho para mim, já ocorridos em vossos lares.

© laissez moi
Design:Maira Gall.